Organizando Feed do Instagram 

14 de maio de 2016

Todo mundo que me conhece sabe que uma das minhas maiores paixões é a fotografia. Eu amo fotografar. Amo passar horas vendo sites onde a maioria das pessoas são fotógrafos e tudo gira em torno das fotos, suas edições, sua poesia e seus sentimentos. Ah, consigo ficar o dia me encantando nisso. Logo, o Instagram é minha rede social favorita, e quando a gente ama algo, temos o maior cuidado com ele, não é mesmo? Por isso, organizo pra que quando as pessoas entrem nele, sintam a poesia que eu quero passar.

Mas, com certeza vocês estão se perguntando como eu faço isso, e de quebra, a minha resposta irá também será para pergunta “qual aplicativo que você usa pra editar suas fotos?”. Bom, eu faço as duas coisas no VSCO. Sério, ele é maravilhoso. Lá tem filtros incríveis, edições básicas como iluminação, contraste e ainda é um App que serve como rede social. Se você gosta de ver inspirações de foto, lá você vai achar. Contudo, não é isso que queremos conversar, né? Vamos falar de edição de feed: 

  • Precisa usar o mesmo filtro em todas as fotos? Não 
  • Preciso deixar meu feed com uma só cor? Não
  • Preciso nunca mais postar selfie? Não 
  • Vou perder minha personalidade? Não 
  • Meu feed ficará todo branquinho e as pessoas vão sentir sono quando entrar nele? Fica branquinho só se você quiser e não, não dá sono.

Você não precisa usar o mesmo filtro, afinal, não são todas as fotos que tem mesma iluminação e mesmas cores. Portanto, um filtro que combina em uma foto, pode vir a não combinar em outra. Desse modo, eu vou mexendo na intensidade de uma coisa, diminuindo a iluminação e etc, até ficar se conectando. Geralmente, eu uso os filtros: C6, C7 ou C8 do VSCO. Também gosto muito do HB1 e do A7 para fotos com fundo branco. Colocarei dois presets meu para quem gosta dos filtros prontos.


Também não é necessário que você deixe o feed só de uma cor. Apesar de que são os meus favoritos, sempre fico apaixonada quando entro em um Instagram que segue um padrão de cor, principalmente aqueles vão mudando, tipo, vai saindo do azul pro vermelho. Maaaaas… Não é preciso que você faça isso. Eu não faço isso. Minha personalidade não permite, eu sou muito intensa em relação ao que eu quero agora. Às vezes acordo e sou uma laranja ambulante, do nada me perco no rosa de um tecido que vi por aí e me apaixono pelo céu que está um azul cintilante. Por isso, fico sempre tentando colocar conexões nas minhas fotos. Você nota isso quando entra no meu feed. Contudo, na minha opinião o que deixa um Instagram harmonioso não é um padrão de cor e sim a mistura de fotos. Não colocar do selfie, não colocar só objetos. Deixar que as pessoas sintam você ali, veja o que você gosta de ouvir, seus objetos, o céu de onde você mora, seus animais de estimação, amigos, tudo. Tente capturar a essência da fotografia em tudo isso e verificará como fica encantador.. Mais ou menos assim, mas claro, você não precisa seguir esse padrão, faço do seu jeitinho: 

Bom, espero que tenham gostado das dicas e do primeiro post no layout novo hahaha o que vocês querem que eu fale mais aqui? Algum assunto especial? Podem dizer, farei com prazer. Um beijo amoroso, Martinha. ❤️

Ps: se quiser me visitar no Instagram, clique aqui. ❤️

As consequências das escolhas.

20 de abril de 2016
É engraçado como a vida muda completamente do nada. Nossos planos, nossos sonhos, nossas metas, tudo muda de um instante para o outro. E aquela pessoa que eu era antes, já se foi há muito tempo. Ou não. Ou ainda estou em algum lugar escondido dentro de mim. O que está claro é que nada está como eu esperava ou pensava que esperava.Todos aqueles caminhos que eu pensei que iria trilhar ficaram para trás na primeira curva que eu dei. Não sei se enxergo isso de uma maneira diferente que os demais, mas por que a gente muda tanto com o passar dos anos? Era tão bom sonhar e acreditar que aquilo seria igual. Eu realmente acreditava. Eu, com toda sinceridade do mundo, pensava que iria ser mais um alguém que luta contra a maldade que alastra o planeta.
 
Mas não, tornei-me apenas mais uma pessoa triste e sem razão alguma de prosseguir. Curvei em rotas tão significativas e ao mesmo tempo sem motivo algum que me perdi nos meus próprios desejos. Hoje, já não me vejo mais com algum sentido como via antes. A nostalgia já fez morada em mim. É possível sentir saudade dos sonhos que não realizou? Se não é, eu consegui essa proeza. Sinto em mim um vazio infinito de algo que nunca chegou a acontecer, porém me faz uma falta incontrolável. É como se um pedaço de mim tenha ficado em algum lugar na minha caminhada, e esse pedaço me completasse. Todavia, como encontrá-lo de novo? Como conseguir minha estabilidade se não sei por onde deixei essa minha parte? Não há jeito e se há, será colocar novos planos, novas metas, novos pensamentos.
 
Seja dito de passagem, não estou há reclamar das respostas que a vida me deu as minhas ações, porém estou ao que eu fiz comigo mesma. Somos capazes de mudar tudo que existe dentro da gente com apenas um pensamento e isso, ah, isso causa danos imutáveis. Afinal, todo segundo que se passa não tem mais volta. Mesmo nossas vontades sendo infinitas, o tempo é finito. E o que a gente faz com ele tem como conseqüência todo nosso futuro. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

O amor.

29 de fevereiro de 2016
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O amor encontra-se nos detalhes. Nos detalhes encontra-se a beleza. Na beleza encontra-se a simplicidade. Na simplicidade encontra-se amor.  Tudo gira em torno dele, tudo que você faz é por ele e tudo o que tem a ver com ele é puramente bom. Sempre que você pensa em desistir, mas não consegue deixar pra trás tudo o que sonhou, é por causa dele. O amor tem um poder inexplicável. Ele move tudo. Aliás, amar é essencial para sobrevivência nesse mundo cheio de corrupção, é o que salva a maioria das pessoas e nos permite ainda ter esperança de um futuro mais brilhante. 
 
Cada pessoa veio ao planeta para ter uma missão. Seja ela cantar, dançar, atuar, ajudar, curar, contar, falar ou o que for. Mas todos , quando falo isso é todos mesmo, vieram aqui para amar.  Quando digo a alguém que meu sonho é sair pelo mundo conhecendo diversas culturas, é por amor a diversidade. Talvez eu nem saiba disso, mas amo. Quando você diz que seu sonho é viver cantando, é por amor a música. Quando alguém que você conheceu na parada de ônibus fala que ainda será um bom professor, é por amor ao conhecimento. Tudo gira em torno do amor, o problema é que a gente não o enxerga, contudo isso não o faz parar de existir.

Verdade seja dita, nada faz com que o amor deixe de existir. Digo, ele é infinito, imortal, intérmino, imensurável e ubíquo.  Não importa onde você esteja ele também está. Não importa o que você veja você poderá enxergá-lo. Ele é aquele detalhe na sua blusa, ele é aquele sorriso da criança que corre no mercado, ele é o olhar do seu avô ao ver uma foto da sua avó, ele é o balanço das folhas na arvore, ele é a nuvem no céu, ele é sua cama bagunçada, ele é a música presa no seu computador, ele é a sua voz. O amor é tudo. Por isso, ame sem medo algum. Permita-se amar e dizer que ama! Nada vale mais do que saber que é amado e saber que tem amor dentro de você.

Se puderes amar mais do que qualquer outra coisa, poderás ser feliz eternamente. Quem ama não tem tempo para odiar. Quem ama não tem tempo pra ofender. Quem ama não tem tempo para guardar rancor. Quem ama alegra-se com o irmão. Quem ama alegra o amado. Quem ama espalha amor. Quem ama apenas ama. Ou seja, amar ocupa todo o nosso tempo, quero dizer, amar nos faz valorizar nosso tempo. Ou melhor, amar é tempo. Assim sendo, ame.

 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Resenha do Livro: Beleza Estranha – Tércio Ribas Torres

19 de fevereiro de 2016
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Fazia tempo que eu não postava uma resenha aqui, em? Com o início da universidade, o meu tempo para leitura de livros ficou escasso. Sim, estou sofrendo com isso. Mas, tentarei me organizar melhor para voltar a ler mais. Esses dias li um livro incrível, pra melhorar, como todo mundo sabe, sou amante da literatura brasileira e esse é um dos livros brasileiros atuais que me encantou de cara. A partir de uma resenha que li no blog da Júlia (clique aqui para ler também), quis ler também. E adivinhem? Ganhei um autografado pelo Tércio, o escritor. Então, quando tive um tempinho para ler, viciei e só parei quando acabei. Pra mim, isso faz um livro ser bom. Ele viciar o leitor. Ok, mas vocês querem saber do que se trata o livro, não é? Vamos lá.

Sinopse: Beleza Estranha é a história de Roberto. Uma relação afetiva, da dinâmica de uma família em torno de um pai autoritário e controlador. Um pai que faz com que Roberto, menino, sinta muito cedo a dor da rejeição paterna e busque encontrar o seu lugar, mudar o rumo da sua vida. A decisão de mudar instalou-se a partir de uma revelação dolorosa a que teve acesso inesperadamente. A história de um homem que constrói a sua vida a partir das carências instaladas pela falta de afeto paterno, pela observação do sofrimento da mãe. E, na luta pela superação, ele revela sua grande generosidade quando o pai vem bater à sua porta. E, no final surpreendente, ele se dá conta de que “a vida é mesmo estranha, mas é bela”.

Autor (a): Tércio Ribas Torres 

Editora: Faces

 Páginas: 112 

Em Beleza estranha, a gente assiste a história de Roberto. Aliás, a gente se sente na história de Roberto. Desde a sua infância até sua vida adulta. O autor conseguiu, mesmo em 112 páginas, nos deixar íntimos de Roberto e descobri com ele as fascinações da vida. O personagem não tinha uma vida fácil, afinal, o livro em si é um grande drama familiar. E, minha gente, poucas coisas são tão difíceis quanto problemas com a família.
 
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O incrível desse livro é que desde o começo ele é cheio de aprendizados, coisas normais do cotidiano que as vezes a gente passa por despercebido e acabamos reproduzindo. Coisas normais da nossa infância que, normalmente, esquecemos quando “crescemos”. Coisas normais da nossa vida familiar que pra gente não é nada, mas pro nosso irmão foi algo incrível. Como uma parte do livro em que Roberto vai ao circo com seu irmão mais novo, ali, com certeza eu já devo ter tido um dia como aquele, mas só depois de ler na visão do Tércio, senti uma falta imensa da minha infância. Como eu gostaria que todos pudessem ter a oportunidade de sentir essas emoções que Beleza Estranha nos traz. Como eu gostaria.
 
Contudo, não é só isso que faz o livro ser o que é. O fato de ele narrar às agressões que Roberto sofreu em casa, os problemas que a sua mãe enfrentava por ser submisso ao pai, o jeito duro do pai dele ser, como seus irmãos reagiam a isso e como tudo isso trouxe conseqüências no futuro dele, é que me cativou. Porque mesmo com todas essas tramas fortes, o autor soube usar uma escrita fácil que deixou a história leve e envolvente. Aliás, todos os detalhes em si fazem com que a gente se prenda a ela. Até os inícios dos capítulos trazem aprendizados.
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Beleza Estranha é um livro lindo, recomendo a todos. Principalmente por ser curtinho e trazer uma bagagem incrível pra quem ler. Leiam.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Sejamos como o sol.

12 de fevereiro de 2016
sol
Certo dia, alguém me disse que eu queria ser sol. Apelidou-me de sol e gritou aos sete mares que o mundo não girava em torno de mim. Certo ele. Não gira. Mas eu não deixo de ser sol por isso. Sabe por quê? Porque a função da nossa maior estrela não é apenas ser o centro. Ela nos transmite calor, nos transmite luz e faz com que a gente nunca fique sempre na escuridão. Ela clareia os dias mais tristes e deixa nosso céu azul. Azul alegre. Azul celeste. E é assim que eu quero e pretendo ser. Como o sol, iluminar o sorriso de todas as pessoas que eu conseguir.

Aliás, o bom de ser sol é que você nunca deixa de brilhar. Mesmo que as pessoas reclamem do seu calor e que você dê espaço para lua se mostrar. Você fica ali, na sua, iluminando e sabendo que sua parte tu estás fazendo. Verdade seja dita, quem nunca se orgulhou de ver o nosso astro rei doando sua luz para que outras estrelinhas brilhassem também? Eu já. Quem nunca viu beleza quando a estrela maior sai e nos alegra com a paisagem deixada ao se por? Impossível não aplaudir, agradecer ou amá-lo. O sol é o um dos exemplos vivos que temos de humildade. Mesmo com sua grandeza infinita, ele não briga para ser sempre o centro das atenções. Até os planetas que giram em torno dele, ele cuida. Ele doa. Ele ama.

 

Seja dito de passagem, ser sol não é nada mais do que ser alguém que acalenta, que esquenta, que doa luz, que te faz brilhar no meio da escuridão. Tome-o como exemplo e orgulhe-se de dizer que és sol. Sejamos como ele, assim, nós poderemos tirar o planeta da escuridão que nele perdura. Afinal, é disso que ele precisa. É disso que a gente precisa. De mais astros iluminadores. Sejamos sol. Sejamos luz. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

5 músicas que me fazem sentir vontade de escrever:

05 de fevereiro de 2016


Hoje vou trazer aqui um post diferente, mas que em minha opinião, pode ajudar quem escreve ou quem tem vontade de escrever também. Eu sempre gostei de escutar alguma música que me deixasse pensativa, aliás, sempre que escuto alguma música vem palavras na minha cabeça que combinem com a melodia. Não sei só eu sou assim, mas se você for também, me diga! Gostaria de saber que não sou louca a esse ponto. Enfim, decidi trazer aqui cinco músicas que eu sempre escuto quando decido colocar meus sentimentos pra fora. É como se quando eu as ouvisse, nada no mundo mais existisse, só eu, elas e as palavras. Espero que vocês sintam isso também. São essas:

5)  Wait – M83

4) Laura – Bast For Lashes
3)  Not About Angels – Birdy
2) Hello – Colin e Caroline
1) All I Want – Kodaline

Enfim, essas são as minhas cinco músicas favoritas pra escrever. Sim, eu sei que elas são tristes. Mas eu sou assim. Mesmo quando quero escrever algo feliz, prefiro ouvir músicas tristes. Se vocês gostaram desse post, posso trazer mais um pedacinho das minhas playlists aqui. Por fim, não esqueçam de plantar um pouquinho de amor no mundo. Um beijo, martinha.   


Ps: se quiseram acompanhar minha playlist “escrever” no spotify, clique aqui. Tem cerca de umas 16 músicas.  

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Deixei a tristeza entrar.

26 de janeiro de 2016


Um dia desses… Eu estava triste, digo triste mesmo, com direito a lágrimas e tudo. Pensei que não suportaria as pressões que a vida fazia em mim, julguei-me como fraca. Não fazia nada mais do que ter pensamentos melancólicos com uma vontade de jogar tudo pro alto e correr numa chuva como nos filmes mostra. Eu só queria que tudo fosse mais fácil, que não existisse problemas e eu conseguisse me tornar uma pessoa melhor. Mas, isso não aconteceria. Tudo seria como sempre foi: complicado. Nem todo mundo é quem demonstra ser. Nem todo mundo é forte como diz ser. Nem todo mundo sorrir todos os dias com o coração. Às vezes, as pessoas só demonstram não se importar para que não permita que mais pensamentos ruins a inundem. Sim, eu sou assim.


Por mais que eu lute para ser uma pessoa mais grata a vida pelas coisas que ela já me deu, às vezes eu simplesmente quero entrar num potinho onde tenha livro e açaí para passar a vida toda ali. Longe de tudo. Longe de toda a maldade, falsidade, crueldade, essas coisas que terminam no “ade” e fazem tão mal a nossa alma.  Só queria um escudo que protegesse meu coração disso. Contudo, como será possível? Não será. A gente se coloca em meio a tanta coisa ruim e acha que isso não vai nos atingir, mas vai. Somos humanos e humanos são atingíveis.

Sim, eu sei. Existe tantas coisas piores acontecendo pelo mundo afora. Existe tanta gente boa passando por uma guerra. Existe tantos animais com sede. Existe tantas árvores cortadas antes mesmo de vêem seus frutos crescerem. Existe tanta criança que não consegue pular, correr e gritar. Existe tanta casa caindo. Existe tantos idosos com fome. E é isso que me faz querer não ser daqui. A sensação de impotência atordoa-me, deixando a minha cabeça completamente maluca. Como nos salvar desse mundo que não quer ser salvo? Dessas pessoas que preferem cultivar o ódio a o amor?

Ah, é triste ficar triste. É triste querer chorar, gritar e se sentir ingrato por isso. É triste, mas é um mal necessário. Às vezes nossos sentimentos precisam sair dos nossos corações e tomar suas rédeas, mesmo que isso signifique perder uma tarde de céu azul. A gente faz até o sol virar nuvem para que depois venha o arco-íris, e assim voltar à vida normal. Voltar a ver o lado bom dela. Afinal, mesmo com todas as suas melancolias, só temos uma e devemos aproveitá-la. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

5 frases de Anne Frank para refletir.

20 de janeiro de 2016
 
Um dos meus livros favoritos do mundo inteiro chama-se “O diário de Anne Frank” , uma vez que o mesmo é um dos mais lidos do planeta e consegue passar apesar de tanto tempo, uma imagem sobre a nossa realidade. Anne, apesar da pouca idade, foi uma menina muito sábia e com reflexões dignas de uma adulta. Resultado da sua realidade vivida. Por isso, resolvi trazer aqui cinco partes do diário dela que me fazem pensar bastante e até mesmo me identificar. Espero que vocês gostem, e quem não leu, sinta vontade de ler essa obra tão linda e triste. Vamos as citações?

“Sinto-me como um pássaro a quem cortaram as asas, e que bate, na escuridão, contra as grades da sua gaiola estreita.”

“Quero amigos, não admiradores. Pessoas que me respeitem pelo caráter e pelo que faço, não pelo sorriso encantador. O círculo ao meu redor seria bem menor, mas não importa, desde que fosse composto por gente sincera.”

“Criticam tudo, e quero dizer mesmo tudo, sobre mim: o meu comportamento, a minha personalidade, as minhas maneiras; cada centímetro de mim, da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, é objecto de mexericos e debates. São-me constantemente lançadas palavras duras e gritos, embora eu não esteja habituada a isso. Segundo as autoridades definidas, eu devia sorrir e aguentar.”

“Para ser honesta, não consigo imaginar como alguém poderia dizer ‘Eu sou fraco’ e continuar assim. Se você sabe isso a seu respeito, por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter? A resposta deles sempre foi: ‘Porque é muito mais fácil não fazer isso!’ Essa resposta me deixa desencorajada.”

‎”Gostaria de dizer isto: acho estranho os adultos discutirem tão facilmente e com tanta frequência sobre coisas tão mesquinhas. Até agora eu achava que birra era uma coisa de criança e que a gente superava quando crescia.”

 

Bom, essas foram as minhas cinco citações favoritas. Contudo, o diário é MUITO bom pra você refletir e parar pra pensar nas coisas boas da vida. Anne era muito sábia, ela não sabia o quão inteligente ela era e como a sua visão do mundo pode ajudar muitas pessoas. Quero ser uma Anne.e vocês? Enfim, espero que tenham gostado do post e se gostaram, posso trazer mais citações dos meus livros favoritos pra cá. Um beijo, martinha. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Movimento Pode Desabafar!

14 de janeiro de 2016
Sabe aqueles dias em que a gente só quer sair correndo gritando? Ou que queremos jogar tudo o que sentimos pra fora, mas temos medo da opinião alheia? Bom, trouxe aqui uma solução, uma vez que isso sempre acontece comigo. Que solução é essa? O movimento Pode Desafabar! “Ok, martinha, legal e tal, mas como funciona isso?” Bom, você nos manda um e-mail desabafando, e nós te respondemos. “Ah, legal, mas quem são vocês?” Poxa, me desculpa por não ter dito antes. O movimento é formado por 5 blogueiras (eu, Vanessa, Camila, Samara e Nicole) e antes que você pergunte, você é quem escolhe como podemos te responder: vídeo, post no blog, fanpage ou pelo próprio e-mail mesmo. O que importa é que a gente te ajude!  
A nossa intenção é ajudar aqueles que precisam de uma palavra amiga, um conselho ou uma ajuda rápida. Sabemos o quão difícil é confiar nas pessoas hoje em dia, ou melhor, o quão difícil é reconhecer que temos problemas e desabafar com alguém. Sempre queremos ser fortes, não é? Mas extravasar não te faz fraco, não esqueça disso nunca. Se você precisa conversar com alguém, converse. Isso vai te ajudar.  
Mas, qual o email? É esse: pdresponde@gmail.com 
E qual de vocês irá me responder? Qualquer uma. Será um sorteio.  
Eu preciso me identificar? Não. Isso fica a seu critério.  
Posso divulgar o projeto pra outras pessoas? Com certeza!  
Por fim, é isso. Qualquer dúvida, podem comentar aqui ou mandar um e-mail. Esperamos que vocês participem do projeto e lembrem da gente quando precisarem desabafar. Estamos aqui pra isso! Ah, não esqueçam: se cada um plantar um pouquinho de amor todos os dias, colheremos um mundo mais amoroso no futuro. Plantem amor! Um beijo. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Alegre-se com a felicidade do próximo!

08 de janeiro de 2016

Até que ponto você consegue atacar uma pessoa para subir na vida? Qual parte da sua vida você consegue tirar pra poder destruir alguém? Será que você percebe o quão perturbador tu consegues ser só por viver em função de jogar um ser humano de uma ponte? Não? Então vamos conversar.  
A nossa vida em si é cheia de dificuldades, temos problemas, temos erros, tropeçamos nos nossos próprios pés, nos cansamos, ficamos doentes e às vezes nem forças temos para chegar a tal lugar. Com todo mundo é assim. Até aquelas pessoas mais improváveis que vivem sorrindo, tem dificuldades ao longo da sua jornada. Não ache que só você sofre meu caro, todos nós sofremos. Não é fácil pra ninguém viver. Você consegue se lembrar daquele dia em que acordou a noite com medo de perder seus pais? Aquela moça ali da esquina já acordou assim também. O seu pavor a remédio no corte de joelho, o seu desprezo por cenoura ou até aquele medo que você tinha de chegar perto da menina que você gosta, todos já passaram por isso. Por isso, não podemos julgar os outros. Achar que eles não merecem o que conquistaram e gritar ao mundo a injustiça de você não ter recebido um troféu e seu amigo sim. Tu, por mais contato que tenha com ele, não sabe as ondas que ele teve que pular pra conquistar.
Além disso, não adianta nada você reclamar agora. Não é assim que se consegue atingir os objetivos. Pra ganhar qualquer corrida, é necessário que a gente corra mais e mais rápido, colocar o pé pra derrubar o adversário não vai te fazer vencer se você não continuar correndo. Alias, só vai te prejudicar mais do que você prejudicou ele. Você pode ser desclassificado, você pode ser punido e com certeza não colherá bons frutos pela sua desonestidade. Mas, se você, faz amizade com seu adversário e conversa com ele pedindo dicas, talvez os dois vençam o desafio. O problema está todo nas pessoas quererem sempre está na frente do outro, ganhar do outro, ser melhor que o outro e se sentirem superior ao outro. Se alguém se destacar um pouco mais que elas, já é motivo para receber o máximo de ódio possível. Por isso, elas não conseguem ganhar a corrida. E se ganham, depois perdem o prêmio por ter colocado o pezinho lá no inicio para derrubar o outro.
Aceitar que as pessoas podem vencer também, não é fácil quando temos a autoestima baixa, mas é possível se você tentar e seguir os conselhos de Jesus, mesmo que não creia nele, se você amar o próximo como ama a si mesmo, ficará feliz em ver os outros vencendo batalhas também. E sinceramente, não existe nada melhor do que a gente sorrir pela alegria das pessoas. Tornamos nossa vida mais fácil, mais leve, mais verdadeira. Diante disso, deixo um conselho que é bom, mesmo sendo de graça:Alegrai-vos com as conquistas do próximo para que seu coração se encha de amor e com amor, você sobe qualquer montanha.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.